Se em um momento anterior eu quis fundar minha própria nação, trazendo para dentro das minhas fronteiras pessoas, coisas e pensamentos de que gostava, hoje digo que meu país é o mundo, que as pessoas devem ser livres e que as coisas não pertencem a mim.
Explorar cada canto desse mundo maravilhoso, contribuir de alguma forma para o futuro de alguém, aprender um novo idioma, conhecer novas e incríveis culturas (e pessoas), ou seja, tornando-me parte de tudo de surpreendente que nos cerca e não nos damos conta.
Creio que a caminhada na qual estou disposto a ingressar não terá fim, mas sei que o próprio ato de caminhar mudará as coisas de uma forma incrível.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
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